O sistema de quem trabalha
Balcão, agenda, estoque, caixa, nota fiscal. Roda no computador da loja e no celular de quem está na rua.
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folha de prova · 2026
“Pagou o sistema. Continua na planilha.”
A parte pesada já está pronta e rodando: login, permissão, nota fiscal. Constrói-se só o que é seu.
rodando hoje na fila ainda não existe — pode ser o seu
Um nasceu dentro de um home center, o outro dentro de uma clínica em funcionamento. Os dois rodam agora, em nuvem própria, atendendo de qualquer estado.
Depósito de material de construção
100% construído dentro de um home center
Ver o sistemaCinco frentes, um motor só.
Dois ramos já têm sistema rodando. Quatro estão na fila. Todo o resto, e é a maioria, nasce sob medida sobre o mesmo motor. Toca no seu e vê onde ele está.
Sistema custa caro porque começa do zero: as primeiras semanas vão embora fazendo login, permissão e nota fiscal, a parte que todo negócio tem igual. Aqui ela já está pronta e rodando.
Por isso a conversa começa perguntando como você trabalha.
Projeto de porte maior, com vários decisores e meses de ciclo, fica de fora — não por preço, por agenda.
Quem vende software pra PME entrega o sistema do dono e para por aí: o cliente final, que é quem paga a conta, fica sem nada. É o buraco mais óbvio do mercado, e é onde a gente trabalha.
Balcão, agenda, estoque, caixa, nota fiscal. Roda no computador da loja e no celular de quem está na rua.
Mesmo dado, outra porta. O cliente final acompanha o que é dele. E volta sozinho, sem você gastar em anúncio pra trazer de novo.
iOS e Android, e é o mesmo app em qualquer ramo. Muda a pele, não o motor: num petshop ele vira “meu pet”, numa oficina, “meu carro”. Quem já tem o sistema entra com o dado que já existe, não é projeto do zero.
Quase todo sistema hoje anuncia inteligência artificial, e quase sempre ela é um serviço pendurado por fora, com conta e fatura próprias. A nossa tem nome e mora onde o dado mora.
Comissar.ia
Puxa o histórico do paciente, sugere e organiza. A decisão continua sendo do médico.
Responde o que a planilha não responde: o que encalhou, quem sumiu, que margem sobrou. Em português, sem relatório.
O que for construído sob medida já nasce com ela dentro.
uma cópia do seu dado
O que ela sabe é o que foi copiado da última vez.
o dado, onde ele está
Mesmo banco, mesma permissão, mesma trilha. Sem segunda conta para vazar.
Cada uso registrado em log que não se apaga. Na clínica, é o que a Resolução CFM 2.454/2026 exige.
A maior parte das histórias ruins com software não começa no código — começa quando o cliente vira número de chamado. Aqui é o contrário, e é proposital.
Sem atendimento de primeiro nível, sem repasse entre setores, sem repetir o seu problema pra três pessoas. Quem responde entende o que você falou e decide na hora.
A mesma gente do primeiro contato até o sistema rodando. Ninguém reaprende o seu negócio no meio do caminho, e o que você explicou uma vez não precisa ser explicado de novo.
Se o que você precisa já existe pronto no mercado, a gente fala. Se o prazo que você quer não cabe, a gente fala antes de começar — não no meio.
Sem proposta automática e sem robô. Você escreve o que trava, a gente lê e responde dizendo se dá, quanto tempo leva e quanto custa. Ou que não é pra gente, se for o caso.
Costuma virar um parágrafo no rodapé. Aqui vai inteiro, porque o dia em que isso importa é sempre o pior dia possível.
A base disso tudo se chama SuperDB.
Banco, login e permissão numa infraestrutura construída aqui, que sobe uma empresa nova em segundos e mantém cada uma isolada. Não é serviço alugado com nossa logo: é a fábrica, e ela roda os dois sistemas, o motor fiscal e esta página.
superdb.com.brCada empresa fica num banco separado.
Não é uma coluna dizendo de quem é o dado: é outro banco, com senha e endereço próprios. Se um cliente cair, os outros nem ficam sabendo.
schema Postgres dedicado por tenant
A permissão mora no banco, não no site.
Sem saber de qual empresa é a consulta, o banco recusa. Não é tela escondendo botão: é o dado não saindo.
RLS forçada, deny by default
Fica registrado quem viu e quem mexeu.
Todo acesso entra num registro encadeado: apagar ou reescrever uma linha quebra a corrente e aparece.
trilha com encadeamento criptográfico
Seu certificado digital fica trancado.
O A1 fica cifrado e a chave que abre não está no banco nem no código. A API não devolve o certificado nem a senha — nem pra gente.
envelope encryption, chave-mestra externa
Os dados são seus e saem quando você quiser.
Exporta em planilha quando quiser, sem pedir autorização e sem multa. Quem prende cliente com dado não tem produto.
exportação completa, sem carência
Tudo roda no Brasil, em infra nossa.
Não é revenda de nuvem estrangeira com etiqueta em português. O banco é nosso, os servidores estão no Brasil e atendem qualquer estado.
SuperDB, VPS nacional