O sistema de quem trabalha
Balcão, agenda, estoque, caixa, nota fiscal. Roda no computador da loja e no celular de quem está na rua.
- venda e caixa
- estoque e validade
- nota fiscal
- financeiro
folha de prova · 2026
“Pagou o sistema. Continua na planilha.”
A parte pesada já está pronta e rodando: login, permissão, nota fiscal. Constrói-se só o que é seu.
rodando hoje na fila ainda não existe — pode ser o seu
Um nasceu dentro de um home center, o outro dentro de uma clínica em funcionamento. Os dois rodam agora, em nuvem própria, atendendo de qualquer estado.
Clínica
Prontuário, agenda e financeiro num lugar só, com o estoque de injetável controlado por lote e validade, que é onde o dinheiro vence sem ninguém ver.
“A ampola venceu na geladeira”
7.000 atendimentos em produção
Ver o sistema
Depósito de material de construção
PDV que bipa e dá troco, fiado que cobra sozinho, entrega com comprovante assinado e nota fiscal saindo do próprio caixa.
“Construído atrás do balcão, não numa reunião”
100% construído dentro de um home center
Ver o sistemaSe já existe pro seu ramo, você vê o sistema — não uma proposta.
Dois ramos já têm sistema. Quatro estão na fila.
Todo o resto, a maioria, nasce sob medida, sobre o mesmo motor que já roda os dois primeiros.
Nenhum tem data, e você não vai ver “em breve” em lugar nenhum. O que decide qual sai primeiro é quantas pessoas estão esperando.
Quem vende software pra PME entrega o sistema do dono e para por aí. O cliente final do seu negócio, que é quem paga a conta no fim, fica sem nada. É o buraco mais óbvio do mercado brasileiro, e é onde a gente trabalha.
Balcão, agenda, estoque, caixa, nota fiscal. Roda no computador da loja e no celular de quem está na rua.
Mesmo dado, outra porta. O cliente final acompanha o que é dele. E volta sozinho, sem você gastar em anúncio pra trazer de novo.
É o mesmo app em todo ramo: muda a pele, não o motor.
iOS e Android. Quem já tem o sistema entra no app com o dado que já existe. Não é projeto do zero, é a outra porta do mesmo lugar.
Quase todo sistema hoje anuncia inteligência artificial, e quase todo cobra ela à parte, numa segunda assinatura, plugada por fora do lugar onde o seu dado mora. A nossa tem nome, mora dentro e não tem fatura separada.
Comissar.IA
Puxa o histórico do paciente, sugere e organiza. Registra cada uso em log que não se apaga, como a Resolução CFM 2.454/2026 exige. A decisão continua sendo do médico.
Responde o que a planilha não responde: o que está encalhado, quem sumiu, qual margem sobrou depois do produto. Em português, sem relatório.
O que for construído sob medida nasce com ela dentro. Não é módulo extra nem integração para depois.
R$ 249 de ERP + R$ 249 de IA
R$ 498 por médico
R$ 374
por médico, com a IA junto
Comparação com Feegow VIP mais Voa, nos preços públicos de tabela.
Sistema custa caro porque começa do zero: as primeiras semanas vão embora fazendo login, permissão e nota fiscal — a parte que todo negócio tem igual. Aqui ela já está pronta e rodando.
Por isso a conversa começa perguntando como você trabalha.
Projeto de porte maior, com vários decisores e meses de ciclo, fica de fora — não por preço, por agenda.
A maior parte das histórias ruins com software não começa no código — começa quando o cliente vira número de chamado. Aqui é o contrário, e é proposital.
Sem atendimento de primeiro nível, sem repasse entre setores, sem repetir o seu problema pra três pessoas. Quem responde entende o que você falou e decide na hora.
A mesma gente do primeiro contato até o sistema rodando. Ninguém reaprende o seu negócio no meio do caminho, e o que você explicou uma vez não precisa ser explicado de novo.
Se o que você precisa já existe pronto no mercado, a gente fala. Se o prazo que você quer não cabe, a gente fala antes de começar — não no meio.
Sem proposta automática e sem robô. Você escreve o que trava, a gente lê e responde dizendo se dá, quanto tempo leva e quanto custa — ou que não é pra gente, se for o caso.
Costuma virar um parágrafo no rodapé. Aqui vai inteiro, porque o dia em que isso importa é sempre o pior dia possível.
A base disso tudo se chama SuperDB.
Banco, login e permissão numa infraestrutura construída aqui, que sobe uma empresa nova em segundos e mantém cada uma isolada. Não é serviço alugado com nossa logo: é a fábrica, e ela roda os dois sistemas, o motor fiscal e esta página.
superdb.com.brCada empresa fica num banco separado.
Não é uma coluna dizendo de quem é o dado — é outro banco, com senha e endereço próprios. Se um cliente cair, os outros nem ficam sabendo.
schema Postgres dedicado por tenant
A permissão mora no banco, não no site.
Sem saber de qual empresa é a consulta, o banco recusa. Não é tela escondendo botão: é o dado não saindo.
RLS forçada, deny by default
Fica registrado quem viu e quem mexeu.
Todo acesso entra num registro encadeado: apagar ou reescrever uma linha quebra a corrente e aparece.
trilha com encadeamento criptográfico
Seu certificado digital fica trancado.
O A1 fica cifrado e a chave que abre não está no banco nem no código. A API não devolve o certificado nem a senha — nem pra gente.
envelope encryption, chave-mestra externa
Os dados são seus e saem quando você quiser.
Exporta em planilha quando quiser, sem pedir autorização e sem multa. Quem prende cliente com dado não tem produto.
exportação completa, sem carência
Tudo roda no Brasil, em infra nossa.
Não é revenda de nuvem estrangeira com etiqueta em português. O banco é nosso, os servidores estão no Brasil e atendem qualquer estado.
SuperDB, VPS nacional